sexta-feira, 19 de fevereiro de 2010

O Pensamento Jovem.

Eu percebi que quando queremos ser o melhor para nós mesmos, acabamos ferindo os outros ao nosso redor, mas a vida é difícil para viver, tem que ser muito forte e ao mesmo tempo saber conviver com tudo isso, será que Deus está nos castigando? Talvez não compreendemos o mundo real o suficiente para conviver nele, por que será que tudo que o homem toca é destruído, talvez tal ganância e ambição esteja cegando os nossos olhos, talvez a mulher amada, que não foi esquecida, talvez o ente querido que se perdeu, talvez a vida pacata que se foi desperdiçada, tudo, tudo, tudo em função do poder, talvez com tanto poder, se faça um mundo melhor, ou com tanto poder, se faça o mundo finalmente ruir aos sons dos nossos batimentos cardíacos, mas será que o mundo vai ruir por si só? Ou será que o mundo irá ruir por nós? A vida após a morte não foi comprovada ainda, e se existisse? O que o homem faria? São tantas perguntas que eu poderia ter inteligência de poder responder, mas o poder ainda está em nossas mãos, o tão chamado “Criador” está fazendo-nos pecaminar por nós mesmos, um empurrão ou um aperto de mão, será que pode pelo menos decidir a nossa vida à visão do mundo? Realmente, são tantas coisas que eu queria poder responder, mas se Deus estivesse fazendo isso de propósito? E se realmente ele quisesse nos destruir por estar difamando sua aparência em função de sua criação, quanto mais o homem aguentaria? Tais perguntas não podem ser realmente respondidas por um mero homem pacato, vindo do interior como eu, sem conhecimento algum, para decidir isso por só.

Mas como um mero interiorino, como posso me comportar de tal forma, subjugando o mundo em que vivemos como se fosse um tarô de cartas onde obtem-se várias respostas, mas nenhuma contundente? Aí sim, agora não me comporto mais como tal pessoa, aliás, sou um garoto normal de 16 anos, vivendo numa cidade do interior, e com um sonho de estudar no Japão, de obter as mesmas coisas que uma pessoa normal como eu nunca poderia ter, será que sou tão ambicioso a esse ponto? Perguntaram-me certa vez o que eu queria fazer da vida e eu simplesmente respondi: - Eu quero ser um Arquiteto. Mas arquiteto de que? Daí eu meramente respondi: - Da vida, mas daí eu estou me achando um homem poderoso, será que eu poderei consertar o mundo algum dia? Temos que aceitar que a nova geração, a "nossa" geração está rumando ao futuro da vida, será pelas nossas mãos que a guerra do Iraque acabará, será pelas nossas mãos que o Haiti e outros países, principalmente os africanos, não passarão mais fome, será pelas nossas mãos que descobriremos a cura para o câncer, para as doenças degenerativas do cérebro e para a AIDS, será pelas nossas mãos que comemoraremos o fim das aulas, será pelas nossas mãos que faremos do nosso mundo, um mundo melhor.

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